Desequilíbrio eletrostático

25/04/2007 16:25
Ana Carolina de Araújo Abiahy
Mestre em Letras pela Universidade Federal da Paraíba (2006) onde defendeu sob a orientação da dra. Liane Schneider a dissertação Representações da tensão entre o sujeito femino e a sociedade em Clarice Lispector: uma análise dos contos "A fuga", "A imitação da rosa" e"Amor". Possui graduação em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba (2000). Foi professora da área de Fundamentação Teórica do Departamento de Comunicação da UFPB. Atualmente é jornalista do Centro Federal de Educação Tecnológica da Paraíba. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Literatura Brasileira, atuando principalmente nos seguintes temas: mulher, sociedade, representação e identidade. Também atuou na imprensa paraibana por cerca de cinco anos.


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enviada por ana e sheylla



10/06/2006 17:40
Help, I need somebody,
Help, not just anybody,
Help, you know I need someone, help.

When I was younger, so much younger than today,
I never needed anybody's help in any way.
But now these days are gone, I'm not so self assured,
Now I find I've changed my mind and opened up the doors.

Help me if you can, I'm feeling down
And I do appreciate you being round.
Help me, get my feet back on the ground,
Won't you please, please help me.

And now my life has changed in oh so many ways,
My independence seems to vanish in the haze.
But every now and then I feel so insecure,
I know that I just need you like I've never done before.

Help me if you can, I'm feeling down
And I do appreciate you being round.
Help me, get my feet back on the ground,
Won't you please, please help me.

When I was younger, so much younger than today,
I never needed anybody's help in any way.
But now these daya are gone, I'm not so self assured,
Now I find I've changed my mind and opened up the doors.

Help me if you can, I'm feeling down
And I do appreciate you being round.
Help me, get my feet back on the ground,
Won't you please, please help me, help me, help me, oh.
enviada por ana e sheylla



14/03/2006 23:28
Exposição fotográfica em Londres destaca manifestações culturais nordestinas
Algumas das mais genuínas manifestações culturais do Nordeste podem ser conhecidas pelos europeus a partir dessa terça-feira. Trata-se da exposição “Popular pageants in Pernambuco”, do fotógrafo Evaldo Parreira. A exposição será aberta com um coquetel às 18h30, em Londres, na Canning House, espaço cultural da organização do Conselho Luso-brasileiro na Inglaterra. A Canning House tem sido muito atuante no intercâmbio cultural entre o Reino Unido e a América Latina.
A exposição fotográfica aproveita a visita recente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e estimula ainda mais o interesse dos britânicos pelo Brasil. Na exposição, 15 fotos retratam momentos especiais do Maracatu rural, em Nazaré da Mata; do Reisado, no município de Buíque, e da Missa do Vaqueiro, na cidade de Serrita, Alto Sertão. Fotos apresentam ainda a beleza do Parque Nacional do Catimbau, em Buíque, o segundo maior sítio arqueológico brasileiro, que tem sido considerado, pelo Ministério do Turismo, a principal atração do Estado de Pernambuco. Foliões vestidos de papangu e bonecos gigantes também fazem parte da exposição fotográfica, que pretende destacar aos visitantes as variedades culturais nordestinas.
É justamente divulgar as manifestações artísticas nordestinas que o fotógrafo Evaldo Parreira busca através de seu trabalho, que já foi destaque em revistas e jornais de circulação nacional. Há mais de dez anos, ele trabalha com cultura e turismo, já tendo clicado as belezas da Paraíba, também. As fotos são acompanhadas por textos que informam ao visitante o sentido da romaria e da Missa do Vaqueiro que substitui a hóstia por queijo e rapadura, tendo seu “altar” no lugar onde o vaqueiro Raimundo Jacó foi assassinado cruelmente em 1954. Os textos, escritos pelo sócio de Evaldo no trabalho de “marketing turístico-cultural”, Horácio Abiahy, explicam ainda a origem do maracatu, que é uma prova do sincretismo religioso na celebração negra de São Benedito e de Nossa Senhora do Rosário, e do reisado, adaptação popular das louvações portuguesas aos três reis magos.
A exposição, que tem entrada gratuita, fica de 15 até 23 de março, das 10h até às 17h, sendo fechada na quinta, sábado e domingo, e está sob organização da ativista cultural Cristina Carneiro de Mendonça. Para Evaldo Parreira, que nasceu na cidade de Olinda, patrimônio cultural da humanidade conforme a Unesco, a exposição ressalta a força do povo nordestino. As belíssimas e instigantes fotos de Evaldo Parreira demonstram a importância da valorização das expressões artísticas e religiosas populares em um momento de trocas culturais intensas entre os povos.

enviada por ana e sheylla



22/02/2006 17:48
Quase cem prisioneiros morreram sob custódia dos Estados Unidos no Iraque e no Afeganistão desde agosto de 2002, segundo a ONG americana de direitos humanos Human Rights First.
Os detalhes foram divulgados pela primeira vez no programa de televisão da BBC Newsnight.
Das 98 mortes, pelo menos 34 foram homicídios confirmados ou suspeitos, segundo o que foi divulgado pelo programa.
Um representante do Pentágono disse à BBC não ter visto o relatório mas que alegações de maus tratos são levadas "muito a sério".
O relatório da Human Rights First – uma ONG fundada em 1978 para defender os direitos humanos nos EUA e no mundo –, que será publicado nesta quarta-feira, é baseado em informações do próprio Pentágono e outras fontes americanas oficiais.
A representante da Human Rights First, Deborah Pearlstein, disse estar "extremamente segura" de que a informação é confiável.
De acordo com o relatório, os 34 casos classificados como homicídios teriam sido "causados intencionalmente or por descuido".
A organização diz que outros onze casos são considerados "suspeitos" e que entre oito e doze prisioneiros foram torturados até morrer.
Mas apesar disso, segundo o grupo, poucos são acusados formalmente e, quando são, a punição é geralmente leve.
Falando também no programa da BBC, o embaixador americano no Iraque, Zalmay Khalilzad, disse que a grande maioria dos soldados se comportam de acordo com a lei. Mas ele reconheceu que há abusos.
"Eles (os soldados) são seres humanos, eles descumprem a lei, eles cometem erros e têm que ser responsabilizados por isso e uma coisa boa sobre o nosso sistema é que as pessoas são responsabilizadas", afirmou.
O parlamentar britânico Bob Marshall-Andrews disse à agência de notícias Press Association que o relatório confirma "em termos estatísticos a evidência já disponível em vídeo".
"Se isso realmente estiver acontecendo de forma sistemática, então os que estão lá em cima devem ser responsabilizados, e isso se aplica aos governos britânico e americano", afirmou.
Um porta-voz da organização de direitos humanos Anistia Internacional disse que deve haver uma investigação sobre as mortes.
"Mortes em custódia durante a guerra ao terror é uma questão que realmente nos preocupa e nós queremos ver os Estados Unidos e seus aliados permitindo que uma investigação imparcial e independente sobre essas mortes seja feita, assim como sobre outras alegações de tortura e maus tratos", disse.
Segundo ele, a Anistia já chamou a atenção para o fato de que as sentenças para os que são considerados culpados têm sido muito brandas.
Na semana passada, uma canal de TV australiano transmitiu imagens inéditas mostrando o que parece ser abuso de prisioneiros iraquianos por soldados americanos na prisão de Abu Ghraib, no Iraque, em 2003.
BBC Brasil
enviada por ana e sheylla



29/01/2006 19:19
5 x Chapéu
Com a falta de criatividade que assola Roliúde, não raro verificamos a incrível proliferação de material requentado nos cartazes dos cinemas. Continuações, refilmagens e adaptações de séries de TV ou HQ se reproduzem mais rápido que planárias. Analise comigo. “King Kong”: refilmagem. “Harry Potter e o Cálice de Fogo”: continuação. “As Loucuras de Dick e Jane”: refilmagem. “Doze é Demais 2”: continuação. “Xuxinha e Guto Contra os Monstros do Espaço”: haram gravíssimo, e os responsáveis hão de arder no mármore do inferno.

Após analisar tal quadro cuidadosamente, em vez de surgir com algo fresco, inovador e interessante, resolvi... embarcar na tendência. Se não pode vencê-los, já sabe o resto. Mas, mesmo rendendo-me descaradamente ao marasmo de adaptações que tomou conta das Artes Criativas, garanto que minhas modestas idéias ainda são melhores do que levar “Miami Vice” ou “Dukes of Hazzard”, que já eram ruins na tela pequena, para a telona.

Mais preguiçosa ainda, resolvi “criar” baseada numa só fonte: o tradicional conto de fadas da Chapeuzinho Vermelho (aliás, por que a história está classificada como “conto de fadas” se não tem fada na trama?). Universal, a saga de Chapéu poderá ser facilmente absorvida por qualquer platéia do mundo. Só precisaria de uns retoques de forma e estilo – e é isso que sugiro a seguir. Produtores, alegrai-vos! Já fiz o serviço sujo.

Se a história da Chapeuzinho fosse contada ao estilo de...

Novela mexicana
O título seria: Chapeuzinho da Noite
Já com pesada maquiagem, Chapeuzinho nasce numa pobre família de lavradores e se apaixona pelo Caçador, filho do fazendeiro que emprega seus pais. O amor é correspondido, mas a mãe do Caçador o envia para o internato na Suíça. Anos depois, descobre-se que o romance da dupla era proibido não pela diferença social, mas sim porque Chapéu era a filha bastarda do poderoso pai do Caçador – que, por sua vez, era na verdade filho do Lobo, o que o deixa sem direito algum à herança da família. Chapéu prova seu amor ao topar casar-se com o empobrecido Caçador (já que ele era filho do Lobo, não há mais relação de parentesco entre os dois). E eles vivem felizes para sempre.

Filme cabeça
O título seria: Um Estudo em Vermelho
A câmera tremida mostra uma Chapeuzinho desglamourizada e desgastada pelo abuso da mãe, que sempre a explorou como motoboy de entregas para a casa da avó – e, o que era pior, Chapéu nem tinha uma moto. Ingênua, a garota vive numa rede de manipulações psicológicas empreendidas pela figura da mãe, de um lado, e da avó, do outro lado (da Floresta. Aliás, a Floresta também é um personagem, de certa forma. Ou não). O ápice da narrativa é a seqüência em que avó e neta se encontram no estômago do lobo e passam a limpo as tensas relações familiares. Ao saírem de lá, as duas resolvem viajar a uma cidadezinha minúscula, onde encontram um pássaro preto. Não há redenção.

Steven Spielberg
O título seria: Amigos para Sempre
Os pais de Chapeuzinho são separados. Ela vive com a mãe e a figura paterna é ausente. Imaginativa e solitária, a garota acaba encontrando o Lobo na Floresta e fica amiga dele. Mas os adultos não entendem tal amizade e a separam do bicho, mandando-o ao Zoológico (onde sua cela fica entre o cercadinho de um extraterrestre e o tanque de um tubarão, numa clara alusão bem-humorada a outros filmes do diretor). Chapéu, então, decide bolar um plano para resgatar o Lobo. Há bicicletas voando e momentos de extrema ternura. Na cena final, toda a platéia chora. Vinte anos depois, Spielberg reedita o filme apagando as cenas em que os tratadores de zoológico empunham zarabatanas para dopar o Lobo.

Novela do Benedito Ruy Barbosa
O título seria: Floresta Nostra
Na primeira fase, as famílias Vermeglio e Cazzador são inimigas mortais, pois ocuparam terras vizinhas na Floresta e vivem às turras devido à demarcação das fronteiras de cada propriedade. A rivalidade se acirra quando a filha de Don Vermeglio assume o romance com o irmão caçula de Don Cazzador. Os dois tentam fugir, mas acabam se distraindo e pegam o navio errado, indo parar de volta na Itália. Lá, nasce Chapeuzinho. A menina cresce ouvindo histórias sobre a Floresta, terra de origem de seus pais – agora caducos e meio doidos, eles só contam a parte boa. A segunda fase começa com a chegada de Chapeuzinho às terras que são suas, todinhas, por herança. Aí, faltam apenas uns treze meses de novela...

Reality show
O título seria: A Casa da Avó
Chapéu, a Avó, a Mãe, o Lobo e o Caçador são confinados numa casa repleta de câmeras na floresta. A cada semana um dos participantes será eliminado pelos colegas, mas desafios podem conferir imunidade a determinados jogadores. Uma semana sem comer carne, por exemplo – aliás, quando esse foi anunciado, todos riram antecipando o fracasso do Lobo. Botaram o bicho no paredão, mas graças à sua contagiante simpatia e sua história de vida de miséria, os espectadores preferiram eliminar a Chapéu. Apesar das relações familiares entre certos concorrentes, os conchavos não fazem distinção de idade, consangüinidade, credo, cor ou espécie animal. Todo mundo conspira contra todo mundo.

Agora, é só produzir! E pagar minha fatia, sim?

artigo retirado do site: Garotas que dizem ni.


enviada por ana e sheylla



25/01/2006 20:16
EU QUERO UMA BALEIA CACHALOOOOOOOOOTE!!!!!!!!!!!!!!!!!
gente, ainda to passada de inveja com o casal australiano que encontrou o vomito solidificado de baleia cachalote, avaliado em 295 mil dolares!!!!! eu quero!!!! eu quero !!!! eu quero!!!!!! nossa, ja pensou nao ficar perdendo tempo fazendo conta para o apartamento e nem para a festa do casorio?? ai aiaia que inveja. mas, mais fantastico que isso é pensar na riqueza da natureza: partes de lulas que nao conseguem ser digeridas e sao vomitadas pela baleia viram apos 10 anos um "ambar cinza de aroma agradabilissimo" e disputado pela industria de cosmetico. realmente, Lavoisier tinha razao e devemos sempre confiar na transformaçao da vida e para melhor! esperança e confiança sao as palavras chaves em nosso caminho. alem de fe em Deus, claro!!
bom, sei que se meu colega ANTIpetista ler vai achar engraçado mais uma vez "a comunista catolica" hahaha. para ele uma piadinha; ta vendo, nem a baleia consegue engolir Lula hahahhaa. mas depois de dez anos quem sabe fica mais agradavel dar um cheiro nele" hehe
enviada por ana e sheylla



17/01/2006 17:12
EU NO HOROSCOPO CHINES! É A MINHA CARA MESMO!

O Cavalo é o símbolo da felicidade na China, e tem muita vivacidade, alegria e calma em sua alma. As pessoas nascidas sob esse signo são leais e de confiança, encorajando-nos a ir sempre em frente. Ele é o guia que nos conduz por entre os obstáculos, iluminando nosso caminho. É obstinado e quase sempre consegue o que quer. Se algum problema lhe cruza o caminho, ele acha rapidamente a solução da forma mais eficiente possível. O Cavalo está sempre do lado da lei e da moral, seus ideais são convencionais e ele sempre procura viver sua vida dessa maneira. Quando seus planos não saem exatamente como imaginava, ele fica muito ansioso, mas não se deixa abater. Mas em vez de insistir em uma questão que apresente muitos obstáculos, ele prefere simplesmente tomar outro caminho e procurar outros objetivos pelos quais lutar.

As pessoas nativas desse signo adoram estar apaixonadas, se entregando de corpo e alma ao companheiro/a. Elas adoram a sensação de estarem amando, a emoção, o sentimento, a entrega, tudo enfim. É também um parceiro/a romântico e espirituoso, e gosta de atenção e afeto. Além de ótimo amante, é um excelente amigo que leva o relacionamento com muita conversa e compreensão. Ele preza a segurança e procura alguém que lhe proporcione isso, mas sem sufoca-lo com ciúmes e cobranças. Maior afinidade com: Dragão, Cavalo e GaloMenor afinidade com: Rato, Lebre e Macaco

Ele é um trabalhador esforçado e inteligente, com habilidade especial para se comunicar com as pessoas. Gosta de trabalhar em equipe, contanto que seus esforços sejam reconhecidos. Tem muita versatilidade e talento, e usa essas qualidades para resolver problemas que possam surgir com rapidez e imaginação. O cavalo não gosta de rotina, por isso adapta-se melhor a trabalhos que lhe dêem mobilidade e liberdade para inovar. É um bom chefe, com bastante poder de persuasão. Mas o melhor atributo do Cavalo é a comunicação, e é nesse ramo que ele vai se sentir mais realizado e feliz. As carreiras que mais combinam com ele são: professor, político, ator e publicitário.Maior afinidade com: Búfalo, Cão e Porco Menor afinidade com: Rato, Serpente e Macaco

O Cavalo é o melhor amigo de todos, sempre pronto a ajudar e a encorajar quando preciso. É raro encontrar uma pessoa que não se dê bem com ele, pois tem uma maneira generosa e afetuosa de tratar a todos. Sente-se especialmente atraído por pessoas que partilhem dos mesmos gostos e ideais que os seus.Maior afinidade com: Tigre, Cabra e CãoMenor afinidade com: Rato, Lebre e Macaco

enviada por ana e sheylla



16/12/2005 20:25
Suécia quer “trava anti-bêbados” em todos os carros novos, e pede que a UE faça o mesmo PAÍS CHIQUE É OUTRA COISA KKKKKKKKKK
BRUXELAS, Bélgica – A Suécia declarou, nesta terça-feira, que quer ser dispensada de cumprir algumas leis de comércio da União Européia para, assim, poder forçar os carros novos a virem equipados com um aparelho que poderá manter motoristas bêbados fora das estradas. A Ministra das Comunicações Ulrica Messing disse, em encontro entre membros do Parlamento Europeu e especialistas da indústria de transportes, que outras nações da UE devem seguir o exemplo sueco, para tornar as estradas da Europa mais seguras. Messing falou sobre uma tecnologia de trava alcoólica – aparelhos do tamanho da palma da mão que testam o hálito do motorista e travam a ignição quando o nível de álcool no sangue excede o limite permitido. Na Suécia, onde o consumo de álcool é a causa de 30% dos acidentes de carro fatais, alguns veículos comerciais e táxis instalaram a trava. Agora o país está considerando exigir que todos os carros novos tenham esse aparelho, por volta do ano de 2012. “Hoje nós viajamos em uma Europa sem fronteiras”, disse Messing. “Isso significa que todos compartilharemos os benefícios das melhorias na segurança das estradas que os estados membros realizarem. Mas também significa que precisamos uns dos outros”. A exigência de que todos os carros novos venham equipados com a “trava anti-bêbados” pode gerar alguns problemas legais. Sob as leis de comércio da UE, países não podem impor legalmente medidas de segurança em carros novos que não sejam requeridas em todo o resto da UE. Deve ser garantida uma exceção à regra para a Suécia, disse Messing. Pois a segurança de seus cidadãos está em pauta e todos os europeus podem se beneficiar dessa tecnologia. “Especialistas suecos acreditam que os acidentes de carro relacionados ao consumo alcoólico podem cair pela metade se todos os carros forem equipados com a trava”, ela disse. “Não podemos abdicar dessa chance”. A “trava anti-bêbados” custa cerca de US$1,177 cada e precisa ser testada duas vezes ao ano. “Tem sido uma história de sucesso para nós”, disse Jan Sudling, chefe executivo da companhia de transporte sueca, Green Cargo, que instalou o aparelho em todos os seus veículos. Ele acrescentou que com isso melhorou a confiança dos clientes no negócio e trouxe uma melhor reputação para a indústria de transportes.
enviada por ana e sheylla



09/12/2005 15:39
TO ARRASAAAAAAAAAADAAAAAAAAA! :( QUE NOTICIA TRISTE
Ônibus-símbolo de Londres sai de circulação
Por Matthew Jones

LONDRES (Reuters) - Os londrinos deram na sexta-feira um sentido adeus a um dos seus símbolos, o ônibus de dois andares Routemaster, personagem de filmes e canções e há meio século um referencial tão importante para a cidade quanto o Big Ben.
Amado por turistas e moradores, esses ônibus vermelhos estão em circulação desde 1956, mas desde a década de 1980 eram tratados como custosas antiguidades e foram gradualmente tirados de linha.
Jornalistas e entusiastas se acotovelaram por um lugar na última viagem do Routemaster -- o de número 159. As ruas no trajeto entre a Oxford Street e a garagem de ônibus de Brixton, na zona sul, ficaram cheias de gente.
Fiel ao seu estilo, o ônibus saiu atrasado. Mas, ao contrário das viagens normais, foi escoltado por policiais e por fãs que corriam ao seu lado para dar adeus. Muitos terão saudade desse clássico, que tinha sinos para pedir a parada e uma plataforma aberta na traseira para permitir que os passageiros entrassem e saíssem inclusive com o veículo em movimento.
"Eles são parte de Londres, parte da minha história", disse o eletricista aposentado John Rickard, 70, à Reuters.
Poucos outros ônibus merecem fã-clubes e sites específicos. Os admiradores dizem que sua substituição por ônibus sem cobrador vai aumentar o tempo de viagem, porque o próprio motorista terá de receber o dinheiro das passagens e dar o troco antes de arrancar.
Apelidado de "rei da rua" na década de 1960 pela dupla de compositores cômicos Michael Flanders e Donald Swan, o Routemaster já estrelou um filme ao lado de Cliff Richard, foi fotografado por milhões de turistas e é considerado tão britânico quanto "fish and chips" (peixe com batatas fritas).
O último Routemaster, no qual o motorista fica isolado em uma cabine, foi fabricado em 1968. Sua vida útil prevista era de 17 anos, no máximo.
Desde o final da década de 1950, incontáveis visitantes em Londres subiram as estreitas escadas e buscaram os assentos dianteiros para verem de cima, por preço irrisório, as maiores atrações da cidade. No seu auge, havia 2.760 veículos destes circulando pela cidade.
Agora, ficaram para trás os gritos de "apertem-se, por favor" e as badaladas do sino com que o cobrador sinalizava que o ônibus partiria. Mas nem todos ficarão tristes.
O desenho desses ônibus na prática impedia o acesso de muitos deficientes e de pais com carrinhos de bebês.
Mas o Routemaster não desaparecerá por completo, pois alguns continuarão fazendo um percurso histórico na cidade.

enviada por ana e sheylla



08/12/2005 16:56
O PERFIL DO ORIXÁ
Comparada com as outras divindades do panteão africano, o Orixá feminino ioruba Iemanjá é uma figura extremamente simples. Ela é uma das figuras mais conhecidas nos cultos brasileiros, com o nome sempre bem divulgado pela imprensa, pois suas festas anuais sempre movimentam um grande número de iniciados e simpatizantes, tanto da Umbanda como do Candomblé.

Pelo sincretismo, porém, muita água rolou. Os jesuítas portugueses, tentando forçar a aculturação dos africanos e a aceitação, por parte deles, dos rituais e mitos católicos, procuraram fazer casamentos entre santos cristãos e Orixás africanos, buscando pontos em comum nos mitos.

Para Iemanjá foi reservado o lugar de Nossa Senhora, sendo, então, artificialmente mais importante que as outras divindades femininas, o que foi assimilado em arte por muitos ramos da Umbanda.

Mesmo assim,não se nega o fato de sua popularidade ser imensa, não só por tudo isso, mas pelo caráter, de tolerância, aceitação e carinho.É uma das rainhas das águas, sendo as duas salgadas: as águas provocadas pelo choro da mãe que sofre pela vida de seus filhos, que os vê se afastarem de seu abrigo, tomando rumos independentes; e o mar, sua morada, local onde costuma receber os presentes e oferendas dos devotos.

São extremamente concorridas suas festas. É tradicional no Rio de Janeiro, em Santos (litoral de São Paulo) e nas praias de Porto Alegre a oferta ao mar de presentes a este Orixá, atirados à morada da deusa, tanto na data específica de suas festas, como na passagem do ano. São comuns no reveillon as tendas de Umbanda na praia, onde acontecem rituais e iniciados incorporam caboclos e pretos-velhos, atendendo a qualquer pessoa que se interesse.

Na África, a origem de Iemanjá também é um rio que vai desembocar no mar. De tanto chorar com o rompimento com seu filho Oxóssi, que a abandonou e foi viver escondido na mata junto com o irmão renegado Oçãnhim (Oçanhe). Iemanjá se derreteu, transformando-se num rio que foi desembocar no mar. É a mãe de quase todos os Orixás de origem ioruba (com exceção de Logunnedê), enquanto a maternidade dos Orixás Daomeanos é atribuída a Nanã.

É portanto semelhante às outras mães da água, o que é compreensível, já que as diferentes tribos e nações acabaram por desenvolver o culto a um Orixá feminino específico, que relacionavam com um rio da região. No caso de Iemanjá, as lendas africanas já a identificavam com o mar, como podemos perceber pela narrativa recolhida por Pierre Verger:

Iemanjá seria a filha de Olokum, deus (no Daomé, atual Benin) ou deusa (em Ifé) do mar. Em uma história de Ifé ela aparece casada pela primeira vez com Orunmilá, senhor das adivinhações, depois com Olofin, rei do Ifé, com o qual teve supostamente dez (10) filhos. Iemanjá, cansada de sua permanência em Ifé, foge mais tarde em direção ao oeste. Outrora, Olokum lhe havia dado, por medida de precaução, uma garrafa contendo um preparado (...) com a recomendação de quebrá-la no chão em caso de extremo perigo. E assim Iemanjá foi instalar-se no Entardecer da Terra, o Oeste.

A lenda diz que Olofin, rei de Ifé, lançou o exercito à sua procura, o que fez Iemanjá, no esconderijo, quebrar a garrafa. Teria, então, na mesma hora, se formado um rio que a tragou, levando-a para Okum, o oceano - morada de seu pai Olokum.

Apesar dos preceitos tradicionais relacionarem tanto Oxum como Iemanjá à função da maternidade, pôde estabelecer-se uma boa distinção entre esse conceitos. As duas Orixás não rivalizam (Iemanjá praticamente na rivaliza com ninguém, enquanto Oxum é famosa por suas pendências amorosas que a colocaram contra Iansã e Oba). Cada uma domina a maternidade num momento diferente.


CARACTERÍSTICAS DOS FILHOS DE IEMANJÁ
No arquétipo psicológico, expandem-se as características insinuadas pela descrição dos mitos e lendas de Iemanjá. Também fica fácil entender os conceitos principais se mantivermos a comparação com o Orixá Oxum. Como os filhos da mãe da água doce, os de Iemanjá, também gostam de luxo, das jóias caras e dos tecidos vistosos. Gostam de viver num ambiente confortável e, mesmo quando pobres, pode-se notar uma certa sofisticação em suas casas, se comparadas com as demais da comunidade de que fazem parte.
Enquanto os filhos de Oxum são diplomatas e sinuosos, os de Iemanjá se mostram mais diretos. São capazes de fazer chantagens emocionais, mas nunca diabólicas. A força e a determinação fazem parte de seus caracteres básicos, assim como o sentido da amizade e do companheirismo.

Como são pessoas presas ao arquétipo da mãe, a família e os filhos têm grande importância na vida dos filhos de Iemanjá. A relação com eles pode ser carinhosa, mas nunca esquecendo conceitos tradicionais como respeito e principalmente hierarquia.

São pessoas que não gostam de viver sozinhas, sentem falta da tribo, inconsciente ancestral, e costumam, por isso casar ou associar-se cedo. Não apreciam as viagens, detestam os hotéis, preferindo casas onde rapidamente possam repetir os mecanismos e os quase ritos que fazem do cotidiano.

Apesar do gosto pelo luxo, não são pessoas obcecadas pela própria carreira, sem grandes planos para atividades a longo prazo, a não ser quando se trata do futuro de filhos e entes próximos.

Todos esses dados nos apresentam uma figura um pouco rígida, refratária a mudanças, apreciadora do cotidiano. Ao mesmo tempo, indicam alguém doce, carinhoso, sentimentalmente envolvente e com grande capacidade de empatia com os problemas e sentimentos dos outros. Mas nem tudo são qualidades em Iemanjá, como em nenhum Orixá. Seu caráter pode levar o filho desse Orixá a ter uma tendência a tentar concertar a vida dos que o cercam - o destino de todos estariam sob sua responsabilidade. Os filhos de Iemanjá demoram muito para confiar em alguém, bons conhecedores que são da natureza humana. Quando finalmente passam a aceitar uma pessoa no seu verdadeiro e íntimo círculo de amigos, porém, deixam de ter restrições, aceitando-a completamente e defendendo-a, seja nos erros como nos acertos, tendo grande capacidade de perdoar as pequenas falhas humanas.

Um filho de Iemanjá pode tornar-se rancoroso, remoendo questões antigas por anos e anos sem esquecê-las jamais.
(do site umbandaracional)

enviada por ana e sheylla



25/11/2005 18:56
Últimas Notícias - 16/11/2005

Jornalismo faz mal à saúde

Por Denise Moraes e Thais Naldoni
O cotidiano das redações – regado a pressa, café, cigarros e uma cervejinha depois do deadline – tem feito jornalistas repensarem sua qualidade de vida. Os dados são assustadores: grande parte dos coleguinhas sequer chega à aposentadoria. Morrem antes, por doenças ligadas ao estresse.

Primeiro, ela sentiu uma dormência no braço. O barulho da televisão, mesmo o mais baixinho, incomodava. Em seguida, sua memória começou a falhar. Ela não conseguia sequer lembrar um número de telefone que acabara de consultar na agenda. Ao tentar falar, não conseguiu emitir nada além de grunhidos. Pensou consigo mesma: “vou escrever”. Nem disso foi capaz. Então, no auge de sua carreira, a temida jornalista Marilene Lopes, na época, diretora de Comunicação e Assuntos Corporativos da Coca-Cola, voltou à infância. A forma que encontrou para pedir ajuda foi uma crise de choro. Esta história é relatada em detalhes no livro Antes que seja tarde, em que Marilene narra o Acidente Vascular Cerebral (AVC) que sofreu na empresa em que trabalhava. Em apenas um dia, todo o estresse acumulado ao longo de uma carreira bem-sucedida se manifestou de maneira intempestiva. Marilene sofreu o AVC em maio de 2001. Desde então, como ela mesma diz, “reaprendeu e reinventou, a cada dia, a sua vida” e deixou de ser jornalista.

Lamentavelmente, a saúde não está na lista de prioridades da maioria dos jornalistas e, cedo ou tarde, há um preço a ser pago por isso. Até mesmo o folclore profissional acaba por glamorizar as subcondições de trabalho. Ao contrário de outros profissionais, os jornalistas se gabam do serão, que leva alguns colegas a trabalhar até mais de 20 horas seguidas. Café, cigarro, bebida, vida sedentária e um eterno adiamento da consulta médica são como troféus para os jornalistas. Quem, dos coleguinhas, não passou ou conhece alguém que tenha passado por problemas de saúde ligados ao estresse? O jornalismo é uma profissão que não só leva ao estresse, mas às doenças ocupacionais. “Durante três anos, dos quatro em que fui editor, virei consumidor de antidepressivos. Em crise de tensão, por conta das pressões do trabalho em equipe, procurei um médico, que receitou Zoloft em doses crescentes. Só fui deixar o remédio, aos poucos, depois de passar à função de colunista”, conta Nelson de Sá, colunista da Folha de S.Paulo.

O debate em torno da saúde nas redações, no entanto, já vem chamando a atenção das entidades de classe e de pesquisadores – que tentam mapear as conseqüências do agitado e desregrado ritmo de vida imposto pela profissão. Pesquisas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), junto a sindicatos de jornalistas, demonstram um dado nada animador: "devido às doenças de difícil diagnóstico precoce, parte significativa dos jornalistas não alcança sequer a aposentadoria”, explica o Prof. Dr. Roberto Heloani, psicólogo e professor da FGV, Unicamp e Unimarco, que pesquisou o assunto como tese de pós-doutorado. Em seu trabalho, Mudanças no mundo do trabalho e impactos na qualidade de vida do jornalista, Heloani teve a oportunidade de definir, por amostragem, as conseqüências da rotina diária do jornalista. “Além de a maioria deles trabalhar muito mais do que está fixado na legislação, muitos reclamam de pouco tempo para dedicar à sua vida pessoal, das más condições de trabalho e da grande incidência de assédio moral”, comenta. O jornalista Gilberto Nascimento, da revista IstoÉ, acredita que os jornais diários sejam um dos principais ambientes de pressão, devido à carga horária e à obsessão pela notícia quente. “É estressante repetir diariamente jornadas que começam pela manhã e se estendem pela madrugada. Ainda há a angústia provocada pela dificuldade em obter determinadas informações e o risco de demissão ao ser, eventualmente, furado pela concorrência”, garante Nascimento. A estafante vida e a pressão sofrida enquanto atuava em jornais diários, segundo ele, teve suas conseqüências. “Em redações anteriores, já cheguei a parar no hospital duas ou três vezes. Tinha esofagite e, quando sentia dores, o estresse só piorava os efeitos”, finaliza.

Leia entrevista completa na edição 207 de IMPRENSA (novembro de 2005)



enviada por ana e sheylla



08/11/2005 11:49
"Estou só - estás só. Não penses. Não fales. És em ti apenas o máximo de ti. Qualquer coisa mais alta do que tu te assumiu e rejeitou como a árvore que se poda para crescer. Que te dá pensares-te o ramo que se suprimiu? A árvore existe e continua para fora da tua acidentalidade suprimida. O que te distingue e oprime é o pensamento que a pedra não tem para se executar como pedra. E as estrelas, e os animais. Funda aí a tua grandeza se quiseres, mas que reconheças e aceites a grandeza que te excede.
Para Sempre

Tenho tantas saudades de ser eu. De ver. De me deslumbrar numa iluminação.

Ama o próximo como a ti mesmo. É um grande risco. Eu, por exemplo, detesto-me".

Todos sao textos de Vergilio Ferreira que é sempre comparado à Clarice Lispector.

enviada por ana e sheylla



07/11/2005 15:48
Gato fugitivo causa tumulto e viaja sozinho em avião
Da Redação (editorultimosegundo@ig.com.br)
A Czech Airlines teve que levar um gato para casa em um avião vazio depois do animal ter escapado do compartimento de carga. As informações são do site Ananova.
Os funcionários não conseguiram encontrar o gato e os responsáveis afirmaram que seria muito perigoso permitir que os passageiros embarcassem.
A companhia aérea teve que cancelar o vôo de Frankfurt para Praga depois que os técnicos falharam na tentativa de recuperar o gato fugitivo, que estava escondido em alguma parte do avião.
A porta-voz da Czech Airlines, Jitka Novotna, disse que o avião retornou a Praga com a equipe e o gato a bordo para que o compartimento de carga fosse aberto e o animal localizado.



enviada por ana e sheylla



02/11/2005 17:27
realmente, o Brasil so vai dar certo no dia em que o STF prestar atençao em quem tem a barriga vazia. se voce recebesse uma gorjeta de 20 reais do Maluf, o que faria? afinal, ja é um adiantamento dos 200 milhoes de dolares que ele roubou da gente...

Maluf reaparece tomando cerveja e comendo pastéis
02/11/2005 às 13:22 no dia dos finados, o mundo é dos vivos...


São Paulo - Doze dias depois de sair da prisão graças a uma decisão do Supremo Tribunal Federal considerando frágil seu estado de saúde e alegando motivos humanitários para libertá-lo, o ex-prefeito paulistano Paulo Maluf teve um dia de lazer ontem em Campos do Jordão, a 167 quilômetros de São Paulo. Bebeu cerveja, comeu pastéis e se mostrou descontraído e bem-humorado. Maluf passou 40 dias preso na Superintendência da Polícia Federal (PF) em São Paulo. Solto graças a uma decisão do ministro Carlos Velloso, ele tem procurado voltar à sua rotina e aproveitou esta semana para descansar no interior. Maluf e seu filho Flávio foram presos sob acusação de coagir o doleiro Vivaldo Alves, o Birigüi, durante a operação Hércules da Polícia Federal, que investigou a movimentação de US$ 161 milhões nos Estados Unidos. O dinheiro seria de Maluf, que nega ser o beneficiário da conta. Maluf e seu filho Flávio respondem a processo na Justiça Federal por crime contra o sistema financeiro nacional, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e corrupção. Ontem, Maluf esteve na pastelaria Pastelão 46, que fica no bairro Capivari. Almoçou e, segundo a balconista que o atendeu, o ex-prefeito pediu um pastel de carne com ovo (R$ 6) e bebeu uma latinha de cerveja (R$ 3). De acordo com a funcionária, Maluf deixou uma gorjeta de R$ 11. O ex-prefeito reclamou muito, durante o período em que ficou preso, de dores no estômago. Maluf chegou a deixar a custódia da PF para fazer exames no Hospital das Clínicas em função de dores estomacais. Segundo o médico gastroenterologista, Sérgio Nahas, que atendeu Maluf quando ele ainda estava preso, o ex-prefeito tem gastrite. Ao deixar a pastelaria, Maluf seguiu para sua casa, uma mansão ao lado do Palácio do Governo, residência oficial de inverno do governador do estado na cidade. Um flanelinha apontado por taxistas como responsável pelo veículo de Maluf enquanto o ex-prefeito almoçava, disse que ganhou R$ 20 para tomar conta do carro. O flanelinha disse que Maluf estava barbeado e parecia descontraído. Taxistas e lojistas que trabalham perto do centro de Capivari afirmaram que Maluf tem passeado pela cidade acompanhado da esposa, Sylvia Maluf, e de seguranças. A rotina dele na cidade é parecida com a de ontem. Maluf sai para almoçar, anda pelo centro de Capivari e retorna à sua residência. De acordo com um funcionário que trabalha na casa de Maluf, o ex-prefeito só deverá retornar à capital na próxima segunda-feira.
Fonte: Globo Online

enviada por ana e sheylla



25/10/2005 15:29
nao sei...nao sei... é algo a se comentar...

AMOR SÓ DE LETRAS

Autor: Mário Prata

Conta a história que Dom Pedro II casou-se sem conhecer a sua noiva. Tinha visto um quadro com a cara da princesa. Casamento de interesses políticos lá dos portugueses, fazer o que? E quando a moça chegou no porto do Rio de Janeiro - consta - que ele fez uma cara emocionada. Pela feiúra da imperial donzela. Mas casou, era o destino, era a desdita.

Tenho um avô que foi pedir a mão da moça e o pai dela disse:

- Essa tá muito novinha. Leva aquela.

E ele levou aquela que viria a ser a minha avó. Ah, a outra morreu solteirona.


Quando aconteceu o grande boom da imigraão japonesa, alguns anos depois, familiares que lá ficaram mandavam noivas para os que cá aportaram. Tudo no escuro. E de olhinhos fechados, ainda por cima.

De uns tempos para cá, o conceito da escolha foi mudando. Até ir para a cama antes, valia. Ficava-se antes. Só que agora, finzinho do finzinho do século, surgiu um outro tipo de casamento. O casamento de letras. Letras de textos. O texto - finalmente, digo eu, escritor - virou casamenteiro.


Apaixona-se, hoje em dia, pelo texto. Via internet. Via cabo, literalmente. Conheço quatro casos bem próximos. Gente que desmanchou o casamento de carne e osso por uma aventura no mundo das letras.

Claro que estou me referindo aos encontros via Internet. Começa no chat, com o texto. Gostou do texto, leva para o reservado. E lá, rola. Eu mesmo já me envolvi perdidamente por dois textos belíssimos. Moças de vírgulas acentuadas, exclamaões sensuais e risos de entortar qualquer coraão letrado ou iletrado.


Sim, pela primeira vez nesta nossa humanidade já tão velhinha, as pessoas estão se conhecendo primeiramente pela palavra escrita. E lida, claro.

Já disse, isso envaidece qualquer escritor. Agora, o texto pode levar ao amor. Uma espécie de amor-de-texto, amor-de-perdião. A relaão, o namoro, começa ali no monitor. Você pode passar algumas horas, dias e at semanas sem saber nada da outra pessoa. Só conhece o texto dela. E é com o texto que vai se fazendo o charme. Você ainda não sabe se a pessoa é bonita ou feia, gorda ou magra, jovem ou velha. E, se não for esperto, nem se é homem ou mulher. Mas vai crescendo uma coisa dentro de você. Algo parecidíssimo com amor. Pelo texto.

Pouco a pouco, você vai conhecendo os detalhes da pessoa. Idade, uma foto, a profissão, a cor. Inclusive onde mora. Sim, porque às vezes você está levando o maior lero com o texto amado e descobre que ele vem lá da Venezuela. Ou do Arroio Chuí. Mas se o texto for bom mesmo, se ele te encanta de fato e impressiona, você vai em frente. Mesmo olhando para aquela fotografia - que deve ser a melhor que ela tinha para te escanear (ou seria sacanear, me perdoando o trocadilho fácil) voc vai em frente. "Uma pessoa com um texto desses..."


A tudo isso o bom texto supera.


Quando eu ouvia um pai ou mãe dizendo "meu filho fica horas na Internet", todo preocupado, eu também ficava. Até que, por força do meu atual trabalho, comecei a navegar pela dita cuja.

E descobri, muito feliz da vida, que nunca uma geraão de jovens brasileiros leu e escreveu tanto na vida. Se ele fica seis horas por dia ali, ou ele está lendo ou escrevendo. E mais: conhecendo pessoas. E amando essas pessoas.


Jamais, em tempo algum, o brasileiro escreveu tanto. E se comunicou tanto. E leu tanto. E amou tanto.

No caso do amor ali nascido, a feitura, o peso, a cor, a idade ou a nacionalidade não importam. O que é mais importante é o texto. O texto é a causa do amor.

Quando comecei a escrever um livro pela internet, muitos colegas jornalistas me entrevistavam (sempre a mim e ao João Ubaldo) perguntando qual era o futuro da literatura pela Internet.


H quatro meses atrás eu não sabia responder a essa pergunta. Hoje eu sei e tenho certeza do que penso:

- Essa geraão vai dar muitos e muitos escritores para o Brasil. E muita gente vai se apaixonar pelo texto e no texto.

Existe coisa melhor para um escritor do que concluir uma crônica com isso?


Quer uma prova? Estou fazendo um concurso de crônicas no meu site entre os leitores/escritores. Entre lá e veja o nível. Pessoas que h pouco tempo atrás odiavam escrever redaão nas escolas, estão descobrindo o texto. Leiam e me digam se eu não estou certo. E são jovens, muito jovens.

Como diria Shakespeare, palavras, palavras, palavras.

Como diria Pelé, love, love, love.
enviada por ana e sheylla



01/10/2005 16:29
Fonte: Reuters

Equipe britânica diz ter achado Ítaca, o mítico reino de Ulisses

LONDRES (Reuters) - Um escritor britânico e uma equipe de acadêmicos anunciaram na quinta-feira o possível esclarecimento de um dos maiores enigmas da Grécia antiga -- a localização da cidade de Ítaca, terra natal do legendário herói Ulisses.

A descoberta de Ítaca é algo que rivaliza com a localização da antiga Tróia, achada há mais de 100 anos no litoral turco, disse o escritor Robert Bittlestone.

Lendas locais dão conta de que o reino de Ítaca ficava em uma ilha do mar Jônico, hoje chamada Ithaki. Mas Ithaki fica a leste de um grupo de outras ilhas, e Homero em sua obra dizia que ficava a oeste.

Bittlestone afirmou que as tentativas anteriores de localizar Ítaca partiam do princípio de que ainda se tratava de uma ilha, apesar de não haver nenhuma que se encaixasse na descrição de Homero.

"Todos assumiram que as paisagens de hoje são as mesmas da Idade do Bronze. E que, se as paisagens de Homero não se encaixam nas paisagens de hoje, talvez Homero tenha visto errado."

Mas Bittlestone disse que acreditava ser possível encontrar o local -- caso Ítaca não seja mais uma ilha, e sim uma península ligada a outra ilha vizinha.

Ajudado por um professor de Literatura Clássica de Cambridge e por um geólogo da Universidade de Edimburgo, Bittlestone publicou um livro de 600 páginas no qual argumenta que Ulisses viveu num pedaço da atual ilha de Kefallania, a oeste de Ithaki.

A península de Paliki, no canto ocidental de Kefallania, pode no passado ter sido uma ilha a parte, separada da ilha principal por um estreito. Desde então, o canal teria sido assoreado por deslizamentos, disse Bittlestone em entrevista coletiva em Londres.

O geólogo John Underhill, da Universidade de Edimburgo, disse que o vale que liga Paliki ao resto de Kefallania parece ter sido preenchido com rochas que deslizaram de montanhas vizinhas.

Serão necessários novos exames para determinar quando esses deslizamentos ocorreram e se a camada inferior estava abaixo do nível do mar há alguns séculos, segundo ele.

Mas Bittlestone disse que Paliki tem muitos pontos que se encaixam nas descrições homéricas. "Se você sair por aí armado com um exemplar da Odisséia, poderá ver 60 a 70 pistas sobre relações topográficas. Cada uma delas corresponde a esta ilha. E você se pergunta: será coincidência?"

Ele disse que, se for possível comprovar que Paliki foi uma ilha no passado, devem ocorrer escavações em busca da cidade perdida e do palácio de Ulisses.

Ninguém sabe ao certo se Ulisses ou sua cidade realmente existiram. Mas a descoberta das ruínas de Tróia, em 1870, onde Ulisses e outros heróis gregos teriam travado suas batalhas, levou acadêmicos a acreditarem que a narrativa de Homero vai além de uma simples lenda.
enviada por ana e sheylla



17/09/2005 17:33
“Como culpar ambos? tudo era tão difícil, havia tantas formas de ofensas entre os que se amavam e tantas formas de não se compreender; nada de essencial fora atingido com o seu amor; ela respirava devagar, suave docemente, a mão pousada sobre o peito onde pulsava um coração que era feito de surpresa, cansaço e vinho” (Clarice LISPECTOR em O lustre, ou melhor Virgínia pensando em Vicente)
enviada por ana e sheylla



28/08/2005 17:59
estou sendo cobrada para dizer ao menos uma linha sobre a crise política. mas ja existem laudas e mais laudas. fitas e mais fitas. nao basta a programacao inteira e os comentarios do Boris Baboy? quanto a Veja e a premoniçaõ de suas capas, à primeira vista demonstraria a falta de criatividade, mas na verdade só comprova o quanto a observaçao atual em cima dos fatos já é programada previamente para surtir o efeito desejado.
enviada por ana e sheylla



23/08/2005 18:59
mamae ate acreditou nele. eu desconfiei. qualquer forma, tadinho.

Inglaterra planeja processar "homem do piano"
Agência Estado

11:47 23/08, atualizada às 12:00 23/08


As autoridades sanitárias da Grã-Bretanha planejam processar o "homem do piano" em pelo menos US$ 40 mil, depois de divulgado que ele era um impostor alemão que enganou os médicos que o tratavam, informou nesta terça-feira a imprensa britânica.
Ele chegou do sul da Bavária e foi encontrado no dia 8 de abril vagando com uma roupa molhada na costa da ilha Sheppey, em Kent, sul da Inglaterra.
A princípio, acreditava-se que ele tinha amnésia e tocava piano. Sexta-feira, porém, o homem decidiu falar com as enfermeiras que cuidavam de sua saúde e admitiu que era alemão, não sabia tocar piano e havia perdido seu emprego em Paris, onde trabalhava com enfermeiros mentais, segundo uma informação publicada ontem pelo "Daily Mirror".
De acordo com essa versão, ele teria viajado de trem até a Inglaterra, onde pensava em se suicidar no litoral sul do país, mas foi encontrado pela polícia. O "homem do piano" foi levado no sábado para a Alemanha, depois de uma parada na embaixada alemã em Londres, porém seu verdadeiro nome ainda não foi divulgado oficialmente.

enviada por ana e sheylla



19/08/2005 19:00
Case-se comigo
Vanessa Da Mata
Composição: Liminha e Vanessa da Mata

Case-se comigo
Antes que amanheça
Antes que não pareça tåo bom pedido
Antes que eu padeça
Case comigo
Quero dizer pra sempre
Que eu te mereço
Que eu me pareço
Com o seu estilo
E existe um forte pressentimento dizendo
Que eu sem você é como você sem mim
Antes que amanheça, que seja sem fim
Antes que eu acorde, seja um pouco mais assim
Meu príncipe, meu hóspede, meu homem, meu marido
Meu príncipe, meu hóspede, meu marido
Case-se comigo
Antes que amanheça
Antes que não me apareça tão bom partido
Case-se comigo
Antes que eu padeça
Case-se comigo
Eu quero dizer pra sempre
Que eu te mereço
Que eu me pareço
Com o seu estilo
E existe um forte pressentimento dizendo
Que eu sem você é como você sem mim
Antes que amanheça, que seja sem fim
Antes que eu acorde, seja um pouco mais assim!

enviada por ana e sheylla



18/08/2005 18:47
Não me deixe só
Vanessa Da Mata
Composição: Vanessa da Mata

Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz

Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz

Não me deixe só
Tenho desejos maiores
Eu quero beijos intermináveis
Até que os olhos mudem de cor

Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz

Não me deixe só
Que eu saio na capoeira
Sou perigosa, sou macumbeira
Eu sou de paz, eu sou do bem, mas...

Fique mais
Que eu gostei de ter você
Não vou mais querer ninguém
Agora que sei quem me faz bem

Não me deixe só
Que o meu destino é raro
Eu não preciso que seja caro
Quero gosto sincero de amor

Mas não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz
Não me deixe só
enviada por ana e sheylla



09/08/2005 00:26
sera q ele me recebeu com abraço para aplacar os animos ? hehehe

Abraço faz bem para o coração feminino, diz estudo

BBC

Abraço levou à redução da pressão sangüínea das mulheres

Um mero abraço pode beneficiar a saúde cardíaca, especialmente a das mulheres, indica um estudo da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.
O estudo, que incluiu 38 casais, mostrou que abraços elevam os níveis do hormônio oxitocina e reduzem a pressão sangüínea, o que leva a uma diminuição do risco de doenças do coração.
Em algumas mulheres a concentração de oxitocina subiu de aproximadamente 1,65 pg/ml para até 2,60 pg/ml.
Em artigo na publicação especializada Psychosomatic Medicine, os pesquisadores disseram que as mulheres tiveram uma redução mais acentuada da pressão do sangue do que os homens depois de serem abraçadas.
Durante o estudo, os homens e as mulheres foram levados para salas separadas para a medição de sua pressão e dos níveis de oxitocina e de cortisol, o hormônio do estresse.
Os casais foram reunidos depois e convidados a se sentarem juntos e conversarem sobre uma período em que foram muito felizes.
Em seguida os casais assistiram a cinco minutos de um filme romântico, e estimulados a conversar entre si por mais dez minutos.
Em seguida, eles foram convidados a se abraçarem por mais 20 segundos.
Tanto homens como mulheres tinham níveis de oxitocina mais altos depois do abraço.
Pessoas em relacionamentos amorosos têm níveis mais altos de hormônio do que as outras mas o estudo mostrou também que todas as mulheres tinham níveis reduzidos de cortisol depois do abraço.
Charmaine Griffiths, porta-voz da Fundação Britânica do Coração, disse que os pesquisadores da organização já demonstraram que há ligações entre um estado emocional positivo e baixos níveis do hormônio do estresse.
Segundo Griffiths, essas pesquisas destacam a importânica do apoio social para todos, não apenas para quem está envolvido em um relacionamento amoroso.
enviada por ana e sheylla



16/07/2005 22:17
You're dangerous 'cause you're honest
You're dangerous, you don't know what you want
(…)
Who's gonna ride your wild horses
Who's gonna drown in your blue sea
(…)
Oh, the deeper I spin
Oh, the hunter will sin for your ivory skin
Took a drive in the dirty rain
To a place where the wind calls your name
Under the trees the river laughing at you and me
Hallelujah, heavens white rose
The doors you open
I just can't close
(…)
Who's gonna ride your wild horses
Who's gonna drown in your blue sea
Who's gonna taste your salt water kisses
Who's gonna take the place of me
U2

“Que é mesmo que queria? Não sabia, uma pessoa substitui tanto que termina por não saber”. Clarice Lispector. In: A maçã no escuro.

enviada por ana e sheylla



03/07/2005 19:24
As Fridas que foram “Kahladas” pela reportagem da Globo.
Sobre Frida eu não Kahlo.

Ana Carolina Abiahy carolabiahy@jornalonorte.com.br

Estou indignada com a matéria de sábado do Jornal Hoje da Globo, assinada pela competente comentarista de moda Cristina Franco. Competente no terreno das passarelas, mas sofrível ao tratar de artes plásticas. Em seu papel de correspondente internacional, ela divulgava uma exposição de 70 telas da pintora mexicana Frida Kahlo, em Londres. Trilhando o caminho fácil do biografismo, falou da vida de Frida e mostrou as telas para ilustrar.
A questão é que a jornalista reduziu a amplidão do talento de Frida Kahlo. No início e no final da matéria aparece a palavra “atormentada” como única forma de definir a artista. A jornalista taxou Frida de deficiente física e disse que ela começou a pintar porque ficou presa na cama. Acometida de pólio desde a infância, Frida mancava da perna direita, fato mencionado pela jornalista, bem como o grave acidente de ônibus que comprometeu a mesma perna, o quadril, a coluna e o ventre de Frida.
A diferença é que a jornalista acreditou que tais limites limitaram a artista à tristeza, depressão e melancolia (e aqui a redundância é proposital, já que a limitação de visão de Cristina Franco é que pareceu limitar a recepção dos telespectadores). No caminho contrário, Frida buscou a superação, sendo uma mulher atraente em seu tempo, com visível auto-estima, como se vê na farta documentação iconográfica deixada por ela. Mais do que isso, toda a trajetória de Frida mostra que ela busca a Vida, com V maiúsculo para frisar o vigor, bem longe da simples lamentação que parece impregnar a matéria de tv.
O filme Frida de Selma Hayke, que também não chega a retratar a grandeza dela como artista, mas é satisfatório no quesito biográfico, relata isso. Ao invés de buscar ficar presa na cama, como a jornalista deu impressão, Frida fez seguidas cirurgias para corrigir o problema de locomoção. As telas mostradas na reportagem se atêm a esse período. Vê-se sim muita tragédia porque as tais cirurgias deram errado. Não é mencionado sequer que a artista engravidou mais de uma vez, tentando gerar vida, mesmo sabendo que isso só agravaria seu problema de saúde. Menciono o fato porque o quadro em que Frida “conta” essa história, a esperança de descendência e prolongamento da vida, corroída pelos inevitáveis abortos, foi mostrado como “ilustração” para a reportagem.
Como jornalista, sei que a linguagem da tevê é condensada, mas quando se trata de tentar divulgar, difundir a cultura e, em particular, um talento de tanta amplidão, acho que o jornalismo não pode ser mesquinho. Várias Fridas foram deixadas de lado e a reportagem escolheu o caminho fácil de provocar comiseração no espectador. Não é por pena que alguém deve ir a uma exposição de Frida Kahlo e sim para aplaudir com os olhos o seu talento.
Na reportagem, não aparece nenhuma referência ao ardor que a pintora tinha pela política e a defesa da cultura mexicana, bandeiras carregadas por Frida ao longo da vida. Cristina Franco diz que Frida escolheu usar as roupas “típicas” mexicanas, de ascendência indígena, para demonstrar a paixão que tinha pelo pintor Diego Rivera. Confesso que não entendi. Era para ficar mais bonita e agradar o marido? Com certeza, ela devia buscar a beleza, pois que exalava feminilidade mesmo com traços andróginos. Mas entende-se melhor a adoção de Frida pelos trajes de seu povo como um manifesto em defesa da cultura local, já tão ameaçada pelo gigante vizinho USA.
Notável que a reportagem não trouxe para a tv as telas que Frida pintou durante a estadia nos USA acompanhando o trabalho de Rivera. Elas mostram o sufocamento dos grandes prédios que começavam a surgir para o cenário do american way of life, o dinheiro esmagando liberdades. Os quadros mostram sua alma lutando contra isso e buscando as raízes da cultura latino-americana. Há muitos trabalhos de Frida sobre os bichos, plantas, frutas da região. Cores, alegria, vigor e não só sangue como foi mostrado. E mesmo o sangue tem que ser compreendido como batalha, luta, “as veias abertas da América Latina”, para lembrar o uruguaio Eduardo Galeano.
É bem mais fácil reduzir o relacionamento amoroso de Frida e Rivera a uma trama de novela, dizendo que acabou em meio a traições de ambos. Será que todos vivem o romance dentro da moral burguesa? A matéria lembra a traição que devastou Frida: sua própria irmã com Diego. Mas, chega a dizer que Frida teve paixão intensa por Trotski, figura tão emblemática não poderia deixar de ser mencionada. Mas, Frida em seus diários considerava um flerte e destaca as divergências políticas como maiores que o sentimento. A matéria cita que Frida e Rivera voltaram, esperamos que o telespectador entenda como um recado de que a intensidade do amor não esmorece quando se luta por isso. Como Frida fez ao longo de sua trajetória, que pode ser vista como uma busca pela intensidade da Vida, na natureza, nas lutas do povo, no corpo, na alma e na arte.

enviada por ana e sheylla



01/07/2005 15:06

Paulo Henrique Amorim diz que Globo ajudou a fraudar eleição
01/07/2005 às 09:35


O jornalista Paulo Henrique Amorim, 62 anos, tem um lema à frente do Tudo a Ver, na Record: faz qualquer coisa para não chatear o freguês das tardes da emissora. “Quem não gosta de discutir sobre o biquíni da Ana Hickmann?”, brinca ele, que insere suas pinceladas sobre economia entre uma futilidade e outra. Mas Paulo sabe falar bem sério ainda, como nos tempos de editor e correspondente internacional de jornais, revistas e de emissoras como a Globo, onde ficou 12 anos. No livro Plim, Plim – A Peleja de Brizola Contra a Fraude Eleitoral, que sai pela Conrad Editora no fim de julho, atira contra a Globo.

“É uma tentativa de esclarecer pontos obscuros na eleição para governador de 1982. A versão oficial vaticanizada pela Globo merece reparos”, diz Paulo, que escreveu o livro em resposta ao Jornal Nacional – A Notícia Faz História, lançado ano passado em comemoração aos 35 anos do JN.


Em seu livro, Paulo mostra que houve tentativa de fraude para que Moreira Franco ganhasse a eleição contra Brizola, diz que a fraude nunca foi apurada e garante que a Globo preparava a opinião pública para aceitá-la. “O livro da Globo deveria estar na seção de teologia das livrarias, porque o Roberto Marinho é tratado como Deus. Queria trazer o Doutor Roberto do céu para a Terra”, situa ele, que diz não ter rancor. “Só se fala da Globo para elogiar, mas é uma empresa, como outra qualquer que produz macarrão. Posso falar da Manchete também, onde trabalhei”, compara.

Para o livro ficar pronto, ele teve ajuda da jornalista Maria Helena Passos e uma equipe de cinco pessoas. Esse trabalho lhe deu a idéia da Fundação Brasil Limpo, que pretende lançar este ano, financiando jornalistas na produção de livros. “Hoje em dia, está muito difícil de fazer reportagens longas”, constata. Paulo já tem os assuntos dos primeiros livros: como o regime militar moldou a indústria da TV e o processo de privatização no governo Fernando Henrique.

Na Record, diz que tem liberdade. “Essa lenda que não se pode falar do Papa aqui é besteira. Nunca tive problemas. Mas é claro que a minha liberdade está dentro dos limites do bom senso”, explica ele, bem-humorado. “Procuro ser um profissional disciplinado, mas não sou burro e tenho memória. Não sou escravo do regime: eles andavam descalços, sou trabalhador que usa sapatos”, brinca.

Vida inteligente fora da Globo

DINHEIRO. “Eu não preciso da Globo. Saí de lá por dinheiro, quando recebi uma boa proposta da Band. E agora estou muito bem na Record.”

MEXE-MEXE. “O padrão de jornalismo da Globo é arcaico. O telejornalismo de lá não mudou nada desde o Armando Nogueira (ex-diretor de jornalismo) e perdeu a qualidade de texto. Decidiram deixar assim.”

PADRÃO. “Espero que o trabalho da Ana Paula Padrão no SBT mostre que existe vida inteligente fora da Globo.”

NACIONAL. “Jornal das oito não precisa ser igual ao Jornal Nacional. É feito a fórmula da água: H2O sempre, mas pode-se colocar açúcar na água”, ri.

Fonte: Jornal O Dia



enviada por ana e sheylla



19/06/2005 16:25
se eu fosse ganhar um real a cada espirro, já teria juntado um bom pé de meia. mas valeu a pena hibernar resfriada depois da festinha de ontem. uma festa de Sao Joao, onde ninguem tinha musica junina. a quadrilha que tinha mulher sobrando e mesmo assim foi tao baguncada que teve homem com homem. o casamento matuto arrasou! e olha que foi improvisado! a gente ta se perdendo, vamos ao teatro. e festa junina com Ritchie, Julio Iglesias e discoteca só a gente mesmo kkkkkkkk. ate pescaria e milho teve. que gracinha!
enviada por ana e sheylla






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